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NOTAS METAFÍSICAS

VIDA PÓSTUMA E RESSURREIÇÃO

* O Si é o único princípio transcendente e permanente do ser, do qual o ser humano não é senão uma modificação transitória e contingente, enquanto o eu não tem realidade senão por e nos limites dessa condição humana da qual é a expressão individual.

  • O Si reveste o aspecto de eternidade e imutabilidade e não pode ser individualizado sem ser afetado.
  • O Si detém em si uma indefinidade de possibilidades que desenvolve em uma indefinidade de graus por uma passagem relativa da potência ao ato, um dos quais corresponde ao estado individual humano.

  • O quadro das distinções essenciais dado por Guénon em L'Homme et son Devenir selon le Vêdânta permite compreender que o Universal compreende a não-manifestação e a manifestação informal, enquanto o individual é o próprio da manifestação formal, com seus dois estados: o sutil e o grosseiro próprio à existência corporal.
    • O individual não constitui um valor próprio em relação ao Universal, que compreende tudo.
    • O estado sutil compreende as modalidades extra-corporais do ser humano, as modalidades extra-corporais de todos os outros seres situados no mesmo estado de existência que o ser humano, e todos os estados individuais outros que o estado humano.
    • O ser humano envisagado em sua integralidade comporta um conjunto de possibilidades que constituem sua modalidade corporal ou grosseira, mais uma multidão de outras possibilidades que, estendendo-se em diversas direções além dela, constituem suas modalidades sutis.
  • O Si é, para a individualidade humana efêmera, a Personalidade, o Espírito divino nela, uma determinação imediata, primordial e não particularizada do Princípio Divino, e é o princípio de existência de todos os estados de ser, manifestados ou não manifestados.
    • O Supremo Si, o que a Índia assim denomina, permanece sempre o mesmo através da multiplicidade indefinida dos graus da Existência, em sentido universal, bem como além da Existência, na não-manifestação principial.
    • Em linguagem ocidental, trata-se de Deus que, por seu Ser, dá o ser ao indivíduo humano, sendo esse ser a Personalidade ou o Si da referida individualidade.
    • O Espírito é o pivô do ternário corpo, alma, espírito e a realidade do indivíduo total humano que faz dele também uma individualidade autônoma consciente.
    • Quando a individualidade é abandonada pelo Espírito, resta apenas um conjunto precário de corpo em decomposição e de alma sem vontade consciente ou independente.
    • A individualidade sem Espírito não dispõe mais nem da estabilidade material do corpo e dos sentidos, nem da influência do Espírito que lhe permitia discernir e decidir por meio da consciência e do instrumento mental.
  • O vestígio psíquico abandonado pelo Espírito pode iludir porque revestiu uma individualidade humana durante toda uma vida e possui suas aparências, assim como a vestimenta carrega a forma e o odor do corpo que a trajou, sem ser o ser vivente que a portava.
    • Feito de impressões, como o negativo de um filme, de lembranças e clichês, de psiquismo e de vestígios de desejos, esse vestígio erra antes de se decompor para se fundir na biosfera psíquica, à disposição das novas possibilidades de existência do estado individual humano.
    • Em termos modernos, pode-se chamar isso de banco animo-psíquico onde os seres individuais humanos se abastecem.
    • O psiquismo, porém, não é toda a alma, e nem tudo se desenvolve da mesma forma nas diferentes vias tradicionais.
  • A despoja anímica animal, desprovida de vontade motriz mas impressionada e amedrontada pelo universo do mundo sutil, busca a estabilidade protetora de uma armadura material, sendo isso o que erra no Bardo Tödol tibetano e aguarda a segunda morte, a morte psíquica.
    • O ser que viveu antes de morrer ao estado humano corporal é essencialmente o Si ou o Espírito que identificava o ser em sua personalidade humana única e distinta.
    • O raio espiritual atravessou para outro estado de ser ou se reabsorveu no Supremo Si que contém todos os estados de ser, pelo menos em caso de não prolongação do indivíduo em outra modalidade de seu estado.
    • Se a individualidade humana o puder, saberá também converter a modalidade psíquica em seu princípio superior divino, e então a alma se funde no espírito, não restando mais possibilidade de utilização psíquica dos restos para outra individualidade humana, salvo no caso voluntário funcional de sacrifício e compaixão como foi assinalado para o lamaísmo tibetano.
  • O grosseiro se encontra principialmente no sutil, e o individual no universal, de modo que o sutil está também necessariamente contido no universal como uma de suas possibilidades.
    • Existe uma espécie de alquimia que permite escapar a todo devir e re-devir individual, alquimia que consiste em uma trans-formação de todos os elementos constitutivos do estado humano individual para reintegrá-los no Princípio Infinito e Imutável.
    • São Paulo evidenciou essa graduação progressiva dos elementos humanos: o homem psíquico não recebe as coisas do Espírito de Deus, enquanto o homem espiritual do pneuma as julga espiritualmente; o Espírito de Deus habita no ser humano como em um Templo; e todo o ser, espírito, alma e corpo, deve ser conservado.
  • O estado de vigília é o termo do desenvolvimento do manifestado a partir do não-manifestado, culminando na modalidade corporal no estado de existência onde se encontra a individualidade humana, sendo essa modalidade corporal a base e o ponto de partida da realização individual e de toda realização além das possibilidades individuais.
    • O estado de sonho ocorre quando as faculdades externas se reabsorvem no sentido interno, residindo nas artérias luminosas da forma sutil.
    • O estado de sonho é denominado o luminoso, nome do estado sutil ligado ao elemento ígneo e ao seu duplo aspecto luminoso e calorífico, que corresponde no organismo corporal ao sistema nervoso e à constituição do sangue.
    • O estado de sono profundo é beatitude, estado além de todo fenômeno e de toda manifestação formal, estado de indiferenciação na Unidade onde tudo o que releva da manifestação subsiste em modo principial.
    • No estado de sono profundo, o Si permanece consciente por si mesmo de todas as possibilidades abarcadas não-distintivamente no Conhecimento integral, consciente de sua própria permanência no eterno presente.
    • Trata-se de uma serenidade e de uma luz inteligível conhecida de forma intuitiva, não mais refletida no mental, metafisicamente além da forma, constituindo a trans-formação ou trans-figuração além de todas as condições limitantes da existência individual.
    • Guénon estabelece uma correspondência entre as características desse estado e as qualidades inerentes ao corpo glorioso na doutrina teológica da ressurreição dos mortos, vendo nele a realização da possibilidade permanente e imutável da qual o corpo não é senão a expressão transitória em modo manifesto.
    • O estado último incondicionado, ou estado de Atma, não pode ser descrito senão por negações de afirmações particularizantes ou determinantes.
    • Em relação aos três estados precedentes, os dois primeiros contêm apenas a manifestação formal e correspondem a um terço do Ser, enquanto o terceiro corresponde aos dois terços, por compreender a manifestação informal e o Ser não manifestado.
    • No quarto estado, os três primeiros representam simbolicamente apenas uma porção, a menos elevada e menos importante das possibilidades, enquanto o quarto estado detém três aspectos: a totalidade das possibilidades de manifestação em estado não manifestado, a totalidade das possibilidades de não-manifestação e a Possibilidade Universal absoluta, total e infinita, Princípio Supremo de todas as possibilidades.
  • A exploração metafísica precedente era exigida pelo próprio objeto da pesquisa, postulando um conhecimento do mundo formal onde se situa o homem, dos graus superiores a esse mundo e das modalidades viventes ou póstumas do ser humano.
    • Era necessário insistir no fato de que a separação é co-extensiva à distinção no seio da manifestação, sendo determinada pela presença da forma nos estados individuais.
    • Nos estados não individuais, a distinção é concretizada por algo diferente da forma, sendo esses estados precisamente informais.
    • No Ser puro, antes de qualquer manifestação, subsiste um germe de distinção: todas as Personalidades, o Si dos seres, estão na Unidade sem confusão, sem separação, mas na distinção.
    • A indistinção total está além do Ser.
    • Guénon acrescenta que além do Ser não se pode mais falar de distinção mesmo principial, mas tampouco se pode dizer que há confusão: está-se além da multiplicidade e também além da Unidade.
    • O estado supremo absolutamente transcendente é designado pelo termo de forma negativa de não-dualidade, advaita, pois o termo União é imperfeito por evocar a ideia de junção de termos previamente separados.
  • O ser humano que, já nesta vida humana, realizou a libertação de todos os estados contingentes não é por isso menos dotado de uma forma, e o próprio Cristo Jesus, que detinha diretamente e por filiação divina a totalidade das possibilidades desse ordem, era o protótipo do liberado e a Libertação ela mesma, sendo homem com corpo, alma e espírito.
    • Guénon respondeu à contradição aparente avançando que o liberado na vida não é afetado durante sua residência no corpo pelas propriedades da aparência corporal ou formal, e permanece não afetado pelas demais contingências, qualquer que seja o estado individual ou supra-individual ao qual elas se referem na ordem da manifestação.
    • A perspectiva metafísica permite assegurar que todos os estados do ser, sem comparação com o estado propriamente humano, podem contudo ser realizados por todos os outros seres, incluindo aquele que é simultaneamente um ser humano em outro estado de manifestação, pois sem isso não poderia haver questão da totalidade de nenhum ser.
    • Essa totalidade deve, para ser efetiva, compreender todos os estados de manifestação formal e informal assim como de não-manifestação, cada um segundo o modo no qual o ser considerado é capaz de realizá-lo.
    • A representação simbólica desses estados, superiores ou inferiores ao estado humano, se efetuou às vezes nos textos tradicionais por descrições celestes, estelares, planetárias, ou inversamente infernais.
  • O ser humano não poderia, em seu próprio estado corporal, realizar outras formas corporais específicas vegetais, animais ou minerais, pois nesse grau da existência individual elas já estão ocupadas por outros seres, e o ser humano já ocupa e esgota o grau da manifestação individual corporal em sua vida humana.
    • A individualidade humana compreende muito mais extensões do que a simples modalidade corporal, que é compartilhada com os reinos mineral, vegetal e animal.
    • O ser humano, por seu mental-consciência, está situado no meio da manifestação individual corporal própria ao estado humano em seu conjunto, como o ponto de irradiação divino nos círculos do mesmo grau de existência que lhe são periféricos e concêntricos, mas de mesmo nível: corporal individual.
  • A Contemplação Ad Amorem de Santo Inácio constitui o desdobramento do Fundamento dos Exercícios Espirituais e descreve, em quatro pontos, as modalidades características do estado individual humano formal e corporal em sua extensão horizontal, com o lugar das existências periféricas e o do homem ao centro, enquanto o quarto ponto afirma a dependência humana do eixo vertical divino.
    • O primeiro ponto consiste em recordar os benefícios recebidos da criação, da Redenção e das graças particulares, pesando com grande amor o que Deus fez pelo ser humano e quanto deseja dar-se a ele segundo seus desígnios divinos.
    • O segundo ponto considera como Deus habita nas criaturas, nos elementos dando-lhes ser, nas plantas dando-lhes vida, nos animais dando-lhes sentir e nos homens dando-lhes compreender, fazendo do ser humano seu Templo por ser criado à semelhança e imagem de Sua Divina Majestade.
    • O terceiro ponto considera como Deus age e trabalha para o ser humano em todas as coisas criadas sobre a face da terra, comportando-se à maneira de um homem que trabalha nos céus, nos elementos, nas plantas, nos frutos, nos rebanhos, a quem dá e conserva o ser, a vida, a sensação.
    • O quarto ponto considera como todos os bens e dons vêm de cima: a potência limitada decorre da que é soberana e infinita, e o mesmo vale para a justiça, a bondade, a piedade, a misericórdia, assim como do sol correm os raios e da fonte correm as águas.
  • A passagem dos Exercícios foi citada para mostrar que uma ordem metafísica não é desconhecida do Ocidente cristão, conforme atestam no Diário de Santo Inácio as referências aos olhos da inteligência, à união das altas luzes intelectuais, à visão na inteligência, ao jorro de raios luminosos criadores a partir de Cristo visto como um sol, ao ser ou essência divina concebido em forma esférica, e à criação da Companhia de Jesus reportada por Inácio a uma iluminação de Deus recebida em espírito de sabedoria arquitetônica, conforme frase de Nadal conservada pelo Padre Sacchini.
    • Observa-se a presença de uma hierarquia no seio do ser humano, e o mesmo Inácio de Loyola precisa que seus exercícios se dirigem apenas a um pequeno número de adeptos.
    • Apesar da abertura da salvação oferecida a todos, há poucos homens a quem é dado compreender os mistérios do céu.
    • A perspectiva inaciana recobre às vezes os postulados tradicionais de Guénon e permite medir o valor das observações do Padre Boeminghaus s.j. sobre a ascese dos Exercícios Espirituais de Santo Inácio: a piedade cessa de ser uma sucessão de exercícios piedosos para se tornar uma manifestação de ordem metafísica que tende para um polo eterno, e o homem integral busca, nesta vida, cumprir até o fim a missão que Deus lhe atribuiu, distinguindo-se a piedade periférica da piedade central.
  • O ser, por estar no Ser Total, possui não apenas o estado em que se encontra, mas virtualmente todos os outros estados, que podem ser classificados, sem qualquer referência cronológica, em pré-humano e pós-humano em relação ao estado individual humano.
    • O tempo intervém apenas no seio da condição individual humana em sua modalidade corporal.
    • Há simultaneidade de todos os estados de ser no Ser Total, incluindo para as modalidades individuais que se realizam em modo sucessivo na ordem da manifestação, sendo o tempo relativo à sucessão para a individualidade humana em sua forma corporal.
  • A individualidade humana, ao passar além dos limites formais na estase última do Ser Total principialmente contido no estado não manifestado, não é perdida mas sublimada e principialmente eterna no estado de não-manifestação de onde tudo procede.
    • O que a individualidade perde são apenas as condições particulares e limitativas que caracterizam tal ou qual modo da existência manifestada.
    • O Universal não é menos que o particular, mas o contém, e o Ser divino não é menos que o indivíduo humano, mas é seu princípio, sua fonte e sua única realidade nos séculos dos séculos.
    • A permanência e a identidade do ser se encontram somente no não manifestado, pois no manifestado não há senão o transitório, o múltiplo com modificações contínuas e indefinidas.
    • O marxismo ancestral que afirmava não haver nada de definitivo nem absoluto senão o processo ininterrupto do devir e do transitório permanecia limitado ao domínio do manifestado.
    • O budismo observa que tudo o que tem um começo desaparecerá, e apenas o que nunca começou não terminará.
    • A noção de limite, e o nascimento a um estado é um limite, implica um fim, um outro que, uma alteridade.
    • O eu próprio ao estado humano, de ordem psicossomática e não espiritual, não se refere senão a um dos estados do ser tomado isoladamente e arbitrariamente dentre uma indefinidade de outros, sendo esse estado muito longe de ser considerado ordinariamente em sua integralidade.
  • A unidade ilusória do eu é tanto mais evidente quanto o estado ao qual ele se refere se compõe de uma indefinidade de modificações diversas, e essa unidade tem tanto menos realidade quanto mais se faz abstração do princípio transcendente, o Si ou a Personalidade, que poderia verdadeiramente conferir-lhe realidade, mantendo a identidade do ser em modo permanente através de todas essas modificações.
  • Os estados angélicos são os estados supra-individuais da manifestação, os que relevam da manifestação informal, e tudo o que pode ser dito teologicamente dos anjos pode ser dito metafisicamente dos estados superiores do ser, sendo o tratado De Angelis de São Tomás particularmente característico a esse respeito, segundo Guénon.
    • Entre os estados da manifestação, alguns são individuais, portanto formais, dentre os quais a individualidade humana, e outros são não-individuais ou não-formais.
    • Em ambos os casos, trata-se de estados condicionados, cujas condições de existência determinam a natureza do estado e seu lugar no conjunto hierarquicamente organizado do ser.
    • Nos estados de não-manifestação, à falta de forma ou de qualquer outra condição de existência manifestada, esses estados são essencialmente extra-individuais, sem nada que venha dividi-los, sendo a universalidade de cada ser e o que por isso o liga, em tudo o que ele é, a seu princípio metafísico e transcendente.
  • A individualidade humana é dotada de um elemento característico, o mens, o mental, forma de consciência propriamente humana e racionalidade do animal racional, que é a differentia animalis medieval que distingue a espécie humana de todas as outras espécies do mesmo gênero, mas que não se aplica aos seres que não pertencem a esse gênero, como os anjos, que não podem em nenhum caso ser ditos racionais.
    • Essa distinção marca apenas que a natureza dos anjos é diferente da do homem, sem implicar nenhuma inferioridade em relação a ele.
    • Os estados angélicos não comportam nenhuma das faculdades de ordem puramente individual, e os anjos não podem ser supostos dotados de razão, dispondo apenas de um modo de inteligência puramente intuitivo.
  • As formas de que os anjos podem revestir-se, aparentemente contraditórias com a atribuição do estado angélico à manifestação informal, são um verdadeiro vestido, uma aparência ilusória mas necessária para a percepção do ser situado na manifestação individual humana formal.
    • Essa percepção se dá por meio de certas modalidades outras que corporais do mesmo estado individual, portanto pela modalidade sutil, que é ainda formal mas situada na fronteira da manifestação informal.
    • O anjo que reveste essa forma ilusória empresta acidentalmente uma modalidade da manifestação individual que não lhe pertence em próprio, e deve ser considerado não afetado por essa modificação aparente.
    • Não há nenhuma alteração da unidade do ser em seu estado próprio angélico e informal.
    • A relação do eu com a Pessoa, da forma sutil com o anjo informal que a reveste, e de toda forma ilusória com o ser sutil, é a mesma que a do hábito com o monge: o hábito não faz o monge, mas apenas o revela como tal exteriormente.
  • A forma é o modo de limitação que caracteriza a existência individual, determinada de maneira espacial e temporal apenas na modalidade individual humana corporal, não existindo tal determinação nos estados não humanos, que estão submetidos a outras condições que o espaço e o tempo.
    • Matgioi, na Voie Métaphysique, definia a forma geometricamente como o contorno, a aparência do limite.
    • Guénon precisou de forma mais matemática que a forma poderia ser definida como um conjunto de tendências em direção, por analogia com a equação tangencial de uma curva, concepção a base geométrica transponível na ordem quantitativa.
    • Essas considerações são aplicáveis aos elementos não individualizados do mundo intermediário ou sutil, às influências errantes da tradição extremo-oriental, e à possibilidade de individualização temporária e fugitiva desses elementos por determinação de direção ao entrar em relação com uma consciência humana.
    • Esse contato é análogo, de forma invertida, ao contato do anjo com o homem via a consciência humana e a forma sutil emprestada passageiramente, sendo pertinente aqui a referência inaciana ao Pecado dos Anjos, ao Discernimento dos Espíritos e à Meditação das duas Bandeiras dos Exercícios Espirituais de Santo Inácio.
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