(GTUFS)
Avatar: O avatar “encarna” Deus, ao mesmo tempo que personifica – já que está no mundo – a Criação, o Espírito Universal, o Homem e o Intelecto; se ele encarna Deus, ele não pode ser senão perfeito, e se ele é perfeito – e o é por definição – ele não pode deixar de encarnar o cosmos total, a manifestação primária do Princípio, com as manifestações subsequentes que isso implica. [FSSS, Manifestações do Princípio Divino]
No avatar há obviamente uma separação entre o humano e o divino – ou entre o acidente e a Substância – então há uma mistura, não de acidente humano e Substância divina, mas do humano e do reflexo direto da Substância no acidente cósmico; relativamente ao humano, esta reflexão pode ser chamada de divina, desde que a Causa não seja de forma alguma reduzida ao efeito. Para alguns, o avatar Deus “desceu”; para outros, é uma “abertura” que permite ver Deus imutavelmente “nas alturas”. [FSEPV, O Mistério do Véu]
O avatar é o Homem Divino e o Deus humano. [FSFSR, Insights sobre o Fenômeno Maometano]
O avatar não convence apenas com as suas palavras e as suas maravilhas, transmite a certeza em igual medida pela harmonia visível do seu ser, que nos permite vislumbrar as margens do Infinito e reavivar os anseios mais profundos ao mesmo tempo que os apazigua. [FSLT, Sobre as Provas de Deus]